Brilhantina como cultivá-la e preparar chás e extratos com efeitos anti-inflamatórios
Descubra agora por que a brilhantina (Pilea microphylla), uma planta que muitos confundem com mato comum, pode ser uma aliada poderosa tanto na decoração do jardim quanto no cuidado natural com a saúde.
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De crescimento espontâneo em calçadas, muros e frestas de concreto, ela é resistente, fácil de cultivar e, quando preparada corretamente, apresenta propriedades que vão além da estética, sendo usada em chás, compressas e até banhos medicinais.
Neste artigo, você vai conhecer a experiência real de quem descobriu os benefícios da brilhantina, entender as vantagens e precauções no uso dessa planta e conferir relatos sinceros de pessoas que a utilizam no dia a dia com fins terapêuticos e ornamentais.
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Experiência Pessoal
Meu nome é Roseli Carvalho, tenho 56 anos, moro em Juazeiro do Norte (CE) e trabalho como professora de biologia. Sempre fui apaixonada por plantas, e meu jardim vive cheio de espécies que misturam o funcional ao ornamental. A brilhantina, no entanto, chegou ao meu conhecimento por acaso, quando notei seu crescimento espontâneo entre os blocos de cimento no quintal da minha mãe.
À primeira vista, parecia apenas um matinho comum. Mas ao observar melhor, percebi a delicadeza das folhas e como a planta se espalhava com facilidade sem exigir cuidados. Decidi pesquisar e descobri que aquela “ervinha” era a Pilea microphylla, uma planta que, em várias culturas, é usada para fazer chás com efeito diurético e calmante, além de ajudar na cicatrização de feridas leves.
Fiz um teste simples: colhi algumas pontas da planta, lavei bem e preparei uma infusão leve. O sabor era suave, quase sem gosto, e não causou nenhum desconforto. Após alguns dias de uso em pequenas quantidades, percebi uma leve melhora na retenção de líquidos, além de um efeito relaxante à noite. Desde então, uso de forma moderada, principalmente em semanas mais cansativas ou quando sinto o corpo mais inchado.
Também já utilizei folhas amassadas em forma de cataplasma sobre pequenas irritações na pele, como picadas de inseto. O alívio foi quase imediato. Hoje mantenho a brilhantina em vasos e bordas de canteiro. Ela cobre bem o solo e ainda evita o surgimento de outras ervas invasoras, funcionando como um tipo de forração viva.
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O mais interessante é que muita gente ainda ignora essa planta ou a arranca sem saber seu valor. Sempre que alguém pergunta, mostro como é fácil cuidar e como ela pode fazer parte tanto do jardim quanto de uma horta medicinal. É um ótimo exemplo de como a natureza nos oferece muito, mesmo nas frestas de concreto.
Prós (pontos positivos)
Cresce espontaneamente e exige pouquíssimos cuidados
A Pilea microphylla se desenvolve em praticamente qualquer ambiente, inclusive em calçadas, muros e vasos. Não precisa de adubação constante e resiste bem a períodos curtos de estiagem.
Pode ser usada como planta medicinal natural
Embora o uso deva ser feito com cautela, é tradicionalmente utilizada como chá diurético e calmante leve, além de aplicada como cataplasma para picadas e feridas leves, com relatos positivos de efeito cicatrizante.
Ideal para cobrir o solo em jardins e vasos
Por ter um crescimento denso e rasteiro, a brilhantina ajuda a proteger o solo, evitar erosão e manter a umidade, sendo excelente como planta de cobertura em espaços decorativos ou produtivos.
Visual delicado e ornamental
Suas pequenas folhas verdes dão um efeito acolchoado ao jardim, podendo ser usada em composições decorativas tanto em ambientes externos quanto internos, especialmente em vasos baixos e jardins de sombra.
Multiplicação fácil e natural
Basta um pequeno ramo encostar no solo úmido para gerar novas mudas. É uma planta que se propaga com extrema facilidade, ideal para quem deseja expandir o cultivo com pouco esforço.
Alternativa acessível e sustentável
Por crescer naturalmente em vários lugares, não há custo para obtê-la. Seu cultivo dispensa produtos químicos, e ela se integra bem em práticas de jardinagem ecológica e medicinal caseira.
Contras (pontos negativos)
Pode se alastrar de forma indesejada
Se não for controlada, a brilhantina pode tomar conta de vasos e canteiros, dificultando o crescimento de outras espécies. É preciso delimitar bem o espaço de cultivo ou fazer podas regulares.
Uso medicinal requer moderação e orientação
Embora seja usada popularmente, faltam estudos científicos amplos sobre seus efeitos. A automedicação, mesmo com ervas, pode gerar reações adversas. É importante consumir com moderação e observar o organismo.
A Pilea microphylla, conhecida como brilhantina, é a prova de que até as plantas mais discretas e espontâneas podem guardar grandes utilidades. Com seu crescimento rápido, aparência delicada e potencial medicinal, ela ganha cada vez mais espaço nos lares de quem valoriza soluções naturais e acessíveis.
Ao cultivar e utilizar essa planta com consciência, é possível unir beleza e bem-estar em uma só escolha. Seja para fins terapêuticos ou simplesmente como cobertura verde, a brilhantina merece atenção e espaço nos jardins urbanos e quintais brasileiros.

